quarta-feira, 14 de setembro de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

FLORESTA TEMPERADA CADUCIFÓLIA ATLÂNTICA (1A1 - SUPERDISTRITO MINIENSE LITORAL)




... no estado original; sem: eucaliptos, pinheiros-bravos, mimosas.... oliveiras. Algo de muito raro de descobrir no tempo actual.




«Apesar do incontestável carácter mediterrâneo do clima de Portugal, é o oceano o seu grande regulador, pelos Invernos doces e chuvosos, pelos Estios temperados de brisas húmidas, pelas massas de nuvens que os ventos de oeste impelem contra as montanhas. De tal modo que, aparte um Verão bem marcado mas pouco longo, uma área importante de Portugal, o Noroeste, se exime durante grande parte do ano às influências mediterrâneas. Aqui é lícito falar de um Portugal atlântico quase puro. A vegetação exprime o doseamento destas relações: mas o homem baralhou quanto pôde as cartas dadas pela natureza, sujeitando a oliveira à fresquidão húmida do Minho e derrotando, no Oeste, matas de sobreiros e carvalhos, para substituí-los pelo pinhal bravo que também marca, nas encostas voltadas a poente das serras interiores, os últimos bafejos da aragem oceânica.»

PORTUGAL, O MEDITERRÂNEO E O ATLÂNTICO. Orlando Ribeiro. 3.ª edição, revista e actualizada, 1967 (1.ª edição – 1945). Livraria Sá da Costa Editora.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CASA NA FLORESTA | ARQ. ELIOT NOYES | 1978


Chivvis House
New Canaan, Connecticut, EUA.

«Although completed at the end of the Modern period in New Canaan, the house is clearly marked as a Modern structure by its open plan, expressive use of glass and local materials, architectural details, and its interior/exterior living spaces. The house retains very high integrity.»

Fonte da imagem e do texto acima: National Trust for Historic Preservation - USA .
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segunda-feira, 2 de maio de 2011

ARBORIZAÇÃO DO PICO DO CASTELO - ILHA DE PORTO SANTO




«Um homem, o regente florestal Schiapa de Azevedo, ante cuja memória nos devemos curvar com respeito, empreendeu a arborização do Pico do Castelo. Tarefa imensa para os seus recursos e para o seu tempo ; exemplo admirável de tenacidade, de coragem, de certeza inquebrantável nos benefícios da arborização, por amor da qual padeceu vezes sem conta as torturas do enjoo na dura travessia entre a Madeira e Porto Santo ; afanosamente, vezes sem fim, calcurreou o monte transportamdo a água para regar por suas mãos o arvoredo recém-plantado... E triunfou.»

FOMENTO DA AGRICULTURA NA MADEIRA, JOAQUIM VIEIRA NATIVIDADE, EDIÇÃO DA JUNTA NACIONAL DAS FRUTAS E DO GRÉMIO DOS EXPORTADORES DE FRUTAS E DE PRODUTOS HORTÍCULAS DA ILHA DA MADEIRA, 1947. (Texto e imagem a preto e branco)

Nota: Schiapa de Azevedo viveu entre 1870 e 1926.