quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

PLANTAS MEDICINAIS, AROMÁTICAS E CONDIMENTARES

As Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares da Sub – região do Alto Tâmega e Barroso. Filomena C. Neto / Mariana Tomé Falcato Simões. DRAP-NORTE. Sem data.


As Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares da Terra Fria Transmontana. Filomena C. Neto / Mariana Tomé Falcato Simões. DRAP-NORTE. Sem data.


As Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares da Sub – Terra Quente Transmontana. Filomena C. Neto / Mariana Tomé Falcato Simões. DRAP-NORTE. Sem data.


Estes livros deveriam estar à venda nas principais livrarias de Portugal.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE FRUTICULTURA DA QUINTA DE SERGUDE - FELGUEIRAS









Importantíssima estação agronómica, localizada em Felgueiras, dotada de valiosas colecções de espécimenes vegetais  de fruto dos mais variados tipos, onde se fazem experiências inovadoras.

Um património vivo de âmbito científico e cultural, que importa manter, valorizar, ampliar e cuidar – sob pena de muito conhecimento acumulado e variedades se perderem, e Portugal ficar refém de outros países ou de empresas privadas.

Nesta visita de estudo fomos guiados pelo conceituado Eng.º Augusto V. Assunção que nos deixou impressionados com a sua sabedoria, capacidade técnica e tenacidade.
   

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

RESERVA ORNITOLÓGICA DE MINDELO | 1957


Reserva Ornitológica de Mindelo, Diário do Governo, 2ª série, n.º 204, 2 de Setembro 1957.



Reserva Ornitológica de Mindelo, Diário do Governo, 2ª série, n.º 115, 15 de Maio 1959.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

FACTOS SURPREENDENTES: A ESQUECIDA ARQUITECTURA MODERNISTA PORTUGUESA





Pousada da Caniçada, projecto da autoria do 
ilustre arquitecto Januário Godinho
Fonte das imagens forum Autohoje


ARQUITECTURA MODERNISTA
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A arquitectura modernista do estado novo foi a última vez que Portugal teve uma identidade arquitectónica... houve um batalhão de arquitectos e engenheiros que embelezaram o País, contribuindo  para a cultura portuguesa com um sem fim de novas construções ao nível do melhor que se fazia em todo o mundo.
Nomes como Cristino da Silva, Cassiano Branco, Pardal Monteiro, Faria da Costa, Artur de Andrade, Januário Godinho, Cottinelli Telmo, entre muitos outros, marcaram Portugal com obras arquitectónicas que ainda hoje nos enchem de orgulho...
Em contraponto temos hoje uma arquitectura que não só perdeu a identidade, como também é de uma traça efémera e sem estilo definido... entre "maisons" e "taveiradas" que depressa passam de moda, o nosso bom e verdadeiro património caiu no esquecimento...
Aquilo que foi a habitação social no tempo do estado novo, é hoje valorizado em termos imobiliários, como habitação de luxo... a prová-lo podemos tentar comprar uma casa nos bairros de Belém, Caselas, Actores de Benfica, Campolide, Olivais... e comparar com os valores dos bairros sociais de agora...
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Fonte do texto: portal Ruinarte de Gastão de Brito e Silva.


NO CENTENÁRIO DE VIANA DE LIMA
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Escrevo no dia do centenário do nascimento de Alfredo Evangelista Viana de Lima (18-8-1913/27-12-1991), um dos mais importantes arquitetos portugueses, senão mesmo o maior nascido e falecido no século XX em Portugal.
(…)
As agendas do situacionismo fingem não dar pela efeméride. Isso acrescenta-me na vontade de dignificar o calendário, escrevendo ao menos este testemunho. Faço-o não especialmente pelo panegírico devido mas como contributo para a discussão da obra do mestre, fugindo a estereótipos sem esquecer a necessidade de divulgar. Mormente tendo em vista os estudantes, os jovens profissionais e os investigadores, a imensa maioria dos quais ignora, na prática, a extraordinária obra que Viana de Lima nos legou e que se documenta no vastíssimo espólio à guarda inerte da 'Escola do Porto', a que pertenceu.
Como profissional e como cidadão, Viana de Lima foi um senhor, cruzando a descrição com o empenho cívico, como toda a vida foi seu timbre. Fê-lo com grande desenvoltura cultural e com a galhardia de quem se sentia destinado a uma missão — com lucidez, pertinência e saber. Saibamos honrar o seu nome.
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Fonte Jornal semanário Expresso, texto de João Campos, 31 de Agosto 2013.


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Se o homem partiu para aquela grande jornada de onde se não se volta diligenciemos salvar a obra que nos legou. E só assim, na verdade, exaltaremos um exemplo e testemunharemos a nossa gratidão consciente.
Não consintamos que o tempo transforme em ruínas essa obra que a fatalidade interrompeu, ruínas que se iriam juntar a outras ruínas, e que fazem de Portugal um cemitério de iniciativas.
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J. VIEIRA NATIVIDADE

terça-feira, 9 de julho de 2013

A FRESCURA NATURAL DE ALGUNS EDIFÍCIOS

Fonte da imagem: Vila Taguaí
 
 
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O ar condicionado das urgências do Hospital de S. José, em Lisboa, está avariado desde sexta-feira, segundo informações obtidas pelo PÚBLICO e confirmadas pela presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central, Teresa Sustelo.
Segundo explicou ao PÚBLICO Teresa Sustelo, o aparelho já tem bastantes anos e, por isso, a sua capacidade de resposta em alturas como esta, em que há uma grande subida da temperatura, já não é a mesma. Durante a semana a potência do aparelho foi aumentada à medida que fazia mais calor e começaram alguns problemas que a equipa de manutenção conseguiu resolver. “Na sexta-feira avariou uma peça do ar condicionado que é preciso substituir e que o fornecedor não tem em stock, pelo que antes de segunda-feira não vamos conseguir resolver o problema”, adiantou a administradora.
Ainda assim, Teresa Sustelo garantiu que “situação está controlada” e que o hospital activou o plano de contingência que tem preparado para estas alturas, que passou por transferir os doentes que estavam no Serviço de Observações para o claustro do hospital, “uma zona que é sempre mais fresca” (…)
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Fonte do texto: Jornal Público on-line de 6/7/2013