quinta-feira, 14 de setembro de 2017

UMA EXCELENTE INICIATIVA: VEADOS REGRESSAM À SERRA DA LOUSÃ



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Foi no dia 3 de março de 1995 que começou o programa de reintrodução de veados na serra da Lousã, coordenado pela Unidade de Vida Selvagem (UVS) do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA). "Ao longo de vários anos, foram reintroduzidos 120 animais [provenientes da Zona de Caça Nacional da Contenda e da Tapada de Vila Viçosa] em locais muito específicos. A partir das bolsas iniciais foram-se expandindo, de tal forma que a última contagem - de 2016 - dava cerca de 3000 animais num território imenso de quase cem mil hectares, desde aproximadamente o rio Zêzere a sul, o Mondego a norte, A1 para o litoral até muito próximo da serra da Estrela", recorda Carlos Fonseca, coordenador da UVS.
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Fonte: Jornal Diário de Notícias, on-line, 3 Set. 2017, artigo com o titulo "Após 200 anos de extinção, os veados voltaram à serra da Lousã", da autoria de Joana Capucho


sexta-feira, 11 de novembro de 2016

THE GARDEN BRIDGE



Imagem virtual da Garden Bridge, ponte pedonal e jardim, a construir em Londres sobre o rio Tâmisa 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

GUARDAS FLORESTAIS - UM SERVIÇO QUE IMPORTA REACTIVAR





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Os guardas florestais e em especial os velhos Mestres Florestais, eram depositários de sabedoria e de bom senso que hoje em dia seriam tão preciosos; eles não eram meros polícias para serem pura e simplesmente incorporados na GNR – eram agentes da defesa e da protecção das matas, vigiavam o estado de limpeza, obrigavam os proprietários a procederem a limpezas, e por isso não deveriam receber ordens de qualquer tenente ou sargento da GNR, sem desprimor para estes, é claro, mas precisavam de ser enquadrados pelos engenheiros florestais que com eles formavam uma cadeia de conhecimentos e de atitudes de intervenção no território.
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Fonte do artigo:
Jornal Público versão impressa, 11/Agosto/2016
Artigo intitulado: 'Com o país arder, onde estão os serviços florestais? Ah, é verdade, foram extintos!'
de Fernando Santos Pessoa



quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Incêndios em zonas/ monoculturas de espécies infestantes ou exóticas


Floresta Laurissilva

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Não é “a floresta” que está a arder. “A floresta”, na Madeira, é a laurissilva, húmida, subtropical, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade. Essa concentra-se na costa Norte, dos 300 aos 1300 metros de altitude, e é resiliente. Na costa sul, onde lavram incêndios há vários dias, é rara e só ocorre entre os 700 e os 1600 metros. Entre os 400 e os 800 metros há espécies infestantes ou exóticas, isto é, acácias, eucaliptos, pinheiros bravos, canavieiras, silvas e outros matos, que crescem de forma espontânea e que ardem com uma grande facilidade. 
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Fonte do artigo:
Jornal Público versão impressa, 11/Agosto/2016
Artigo intitulado: 'Não é floresta laurissilva mas espécies infestantes que têm estado a arder'
de Ana Cristina Pereira