quinta-feira, 1 de agosto de 2019

REVISTA AGROTEC - Revista Técnico-Científica Agrícola


AGROTEC 
número 31 (2.º trimestre 2019)



Pág. 24
TERROIR, UM VELHO CONCEITO NUMA MODERNA VITICULTURA: A ESCOLA AO SERVIÇO DA VITICULTURA
Ana Sofia Rodrigues/ Susana Mendes/ Joaquim Mamede Alonso

Pág. 26
A REALIDADE E OS DESAFIOS PARA A EFECTIVAÇÃO DE UMA VITICULTURA DE PRECISÃO
Vários autores

Pág. 30
A UTILIZAÇÃO DE IMAGENS ESPACIAIS DO SATÉLITE SENTINEL–2 EM VITICULTURA DE PRECISÃO
Cláudio Araújo Paredes

Pág. 32
A DEFINIÇÃO DE UNIDADES HOMOGÉNEAS NA REPRESENTAÇÃO, INTERPRETAÇÃO E PRESCRIÇÃO EM VITICULTURA DE PRECISÃO
Vários autores

Pág. 36
UTILIZAÇÃO DE SENSORES TERRESTRES NA AVALIAÇÃO PRODUTIVA DAS CASTAS ALVARINHO E LOUREIRO NA REGIÃO DOS VINHOS VERDES
Vários autores

Pág. 40
BENCHMARKING NA REGA E BOAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA REGA DA CULTURA DA VINHA-Parte I
COTR – Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio

Pág. 45
VINHOS VERDES: PERFIL SENSORIAL DOS VINHOS MONOVARIETAIS DA CASTA LOUREIRO
Vários autores

Pág. 46
ORIGEM, PREVENÇÃO E ELIMINAÇÃO DO CARÁCTER BRETT DOS VINHOS TINTOS
Luís Filipe-Ribeiro/ Fernanda Cosme/ Fernando M. Nunes

Pág. 58
TRIOZA ERYTREAE: TRATAMENTO BIOLÓGICO EM ÁRVORES DE CITRINOS – Parte II
Ana A. Aguiar/ Nuno M. Carvalho/ Susana Caldas Fonseca

Pág. 66
A CULTURA DO CAFÉ NO MUNDO E AÇORES
Sílvia Bulhões

Pág. 70
OPTIMIZAÇÃO DE SUBSTRATOS ORGÂNICOS COM INCORPORAÇÃO DE COMPOSTO DE BIORRESÍDUOS
Miguel Ramos/ Telmo Machado/ Nadine Reis Sousa/ Benedita Chaves

sábado, 1 de junho de 2019

LICENCIATURAS (3 ANOS/ 6 SEMESTRES) EM: ARQUITECTO(A) PAISAGISTA/ ENGENHEIRO(A) FLORESTAL / ENGENHEIRO(A) AGRÓNOMO(A) | ENSINO SUPERIOR PÚBLICO


Arquitectura Paisagista 
[Licenciatura de três anos] 

Universidade do Algarve - Faculdade de Ciências e Tecnologia

Universidade de Lisboa - Instituto Superior de Agronomia

Universidade do Porto - Faculdade de Ciências



Engenharia Florestal 
[Licenciatura de três anos]  

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Escola de Ciências Agrárias e Veterinárias



Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais 
[Licenciatura de três anos]  

Universidade de Lisboa - Instituto Superior de Agronomia



Engenharia Agronómica 
[Licenciatura de três anos]  

Universidade de Lisboa - Instituto Superior de Agronomia

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Escola de Ciências Agrárias e Veterinárias

Universidade do Porto - Faculdade de Ciências

Instituto Politécnico de Bragança - Escola Superior Agrária de Bragança

Instituto Politécnico de Viseu - Escola Superior Agrária de Viseu

quarta-feira, 15 de maio de 2019

ROTA DA ÁGUA E DA PEDRA



«A Rota da Água e da Pedra® (RAP) é uma rota que se diferencia por valorizar elementos do património natural e cultural ligados à água e à pedra. Cascatas, rios, gravuras pré-históricas, turfeiras, antigas minas, dolmens, fragas, fósseis, fenómenos geológicos, vales e livrarias quartzíticas são alguns dos motivos para descobrir num território de paisagens deslumbrantes, com vales e serras talhados por milhões de anos de erosão. Homem e natureza operaram em harmonia por estas paragens, com as aldeias, socalcos e levadas a moldarem a paisagem, transformando esta região numa das mais belas de Portugal, com uma biodiversidade excecional refletida na extensa área de rede natura que aqui foi designada pela Europa.

A descoberta das Montanhas Mágicas® é feita através de uma espécie de linha de metro, com paragens constituídas por locais a visitar, na imensidão das serranias compreendidas entre o Douro e o Vouga. As linhas são os elementos naturais que aqui imperam, alternando entre rios e serras. De sul para norte, as linhas do: 

Vouga (V),
Arestal (T), 
Arada (A), 
Freita (F), 
Caima (C), 
Paiva (P), 
Montemuro (M), 
Bestança (B) e 
Douro (D) 

sucedem-se, constituindo na totalidade 114 pontos de visitação obrigatória, alguns mesmo à beira da estrada, outros de acesso um pouco mais complicado, mas todos a merecerem uma visita aturada.»


sábado, 30 de março de 2019

REVISTA AGROTEC - Revista Técnico-Científica Agrícola


AGROTEC 
número 30 (1.º trimestre 2019)



DOSSIER: AS NOVAS TENDÊNCIAS DA FRUTICULTURA

PÁG. 16
TENDÊNCIAS ATUAIS DA FRUTICULTURA PORTUGUESA
AMÍLCAR DUARTE

PÁG. 18
O FUTURO DO ABACATEIRO NA PENÍNSULA IBÉRICA
IÑAKI HORMAZA

PÁG. 20
A ROMÃ: NOVAS FORMAS DE CONSUMO E COMERCIALIZAÇÃO
ALCINDA NEVES

PÁG. 26
INFLUÊNCIA DO NÚMERO DE HORAS DE FRIO NA ÉPOCA DE FLORAÇÃO NA COLHEITA E PRODUÇÃO DA PEREIRA ROCHA
RUI MAIA DE SOUSA
JOANA AFONSO

PÁG. 32
PITAIA: PERSPECTIVAS E DIFICULDADES DE UMA “NOVA” CULTURA
ANA TRINDADE/ ADÉLIA REIS/ LUÍS SABBO/ DIAMANTINO TRINDADE/ PAULO PAIVA/ AMÍCAR DUARTE

PÁG. 36
TRIOZA ERYTREAE: CICLO DE VIDA E ESTRAGOS EM ÁRVORES DE CITRINOS
NUNO M. CARVALHO
ANA A. AGUIAR


quinta-feira, 21 de março de 2019

SEMINÁRIO NOVAS DOENÇAS E PRAGAS – AGRO 2019 | BRAGA



Seminário sobre: “Novas doenças e pragas – indesejáveis viajantes da globalização”

Programa
14h30 – Sessão de Abertura
Carla Alves – Diretora Regional de Agricultura (a confirmar)
Leonel Silva – Delegação Distrital de Braga da Ordem dos Engenheiros – Região Norte (OERN)
15h00 – Palestras
Xylella fastidiosa – Maria Manuel Mesquita – DRAPN
Pseudomonas syringae pv. Actinídea (Psa) – Luísa Moura – ESA-IPVC
Trioza erytreae – Ana Aguiar/Nuno Carvalho – FC-UP
Vespa velutina nigrithorax – Tiago Moreira – APICAVE
16h30 – Encerramento
Ana Paula Carvalho – Sub-Directora da DGAV
Divanildo Monteiro – OERN – Colégio de Engenharia Agronómica


domingo, 17 de março de 2019

O ANANAZ




O ANANAZ; MINISTÉRIO DO COMÉRCIO E INDÚSTRIA - JUNTA NACIONAL DAS FRUTAS; 1939; PORTUGAL


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

«PORTUGAL É UM DOS PAÍSES DO MUNDO COM MENOR PERCENTAGEM DE FLORESTAS PÚBLICAS»


Fonte: ICNF 12 Out. 2018

É preciso alterar esta lamentável situação!

Considerando que uma enorme fatia da área dos parques naturais/zonas de paisagem protegida, em Portugal, é privada, nestas zonas, sempre que surgem terrenos à venda o Estado português deveria tentar comprar esses terrenos.  

terça-feira, 7 de agosto de 2018

SERRA DE MONCHIQUE

FONTE: ESPÉCIES ARBÓREAS INDÍGENAS EM PORTUGAL CONTINENTAL 
- GUIA DE UTILIZAÇÃO
INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA 
E DAS FLORESTAS, I. P.
2016


Miguel Sousa Tavares, Canal de televisão SIC, 6/Ago./2018:
«Ironicamente, hoje em dia, podem ir hoje à Serra de Monchique, à vontade, que não encontrarão nem um rouxinol, nem um passarinho, nem uma linha de água, nem o som da água a correr, não encontrarão uma borboleta, nada, porquê? Porque 73% do concelho está ocupado por eucaliptos. (..)»


Isto só se resolve quando grande parte da floresta passar para a posse do Estado. A Serra de Monchique deveria ser maioritariamente um Parque Florestal e não uma gigantesca monocultura de eucalipto. Aparentemente, Portugal é o país da Europa com menor percentagem de florestas públicas. É necessário também dotar o ICNF de meios humanos e, claro, bem pagos.
 

segunda-feira, 7 de maio de 2018

sexta-feira, 2 de março de 2018

ENGENHEIRO SILVICULTOR ALBINO DE CARVALHO


"Honra e glória à Árvore, sublime exemplo de inteira dedicação, de dávida plena e infinda generosidade"

Albino de Carvalho

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

ESPÉCIES ARBÓREAS INDÍGENAS EM PORTUGAL CONTINENTAL






ESPÉCIES ARBÓREAS INDÍGENAS EM PORTUGAL CONTINENTAL 
- GUIA DE UTILIZAÇÃO
INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA 
E DAS FLORESTAS, I. P.
2016