terça-feira, 7 de agosto de 2018

SERRA DE MONCHIQUE

FONTE: ESPÉCIES ARBÓREAS INDÍGENAS EM PORTUGAL CONTINENTAL 
- GUIA DE UTILIZAÇÃO
INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA 
E DAS FLORESTAS, I. P.
2016


Miguel Sousa Tavares, Canal de televisão SIC, 6/Ago./2018:
«Ironicamente, hoje em dia, podem ir hoje à Serra de Monchique, à vontade, que não encontrarão nem um rouxinol, nem um passarinho, nem uma linha de água, nem o som da água a correr, não encontrarão uma borboleta, nada, porquê? Porque 73% do concelho está ocupado por eucaliptos. (..)»


Isto só se resolve quando grande parte da floresta passar para a posse do Estado. A Serra de Monchique deveria ser maioritariamente um Parque Florestal e não uma gigantesca monocultura de eucalipto. Aparentemente, Portugal é o país da Europa com menor percentagem de florestas públicas. É necessário também dotar o ICNF de meios humanos e, claro, bem pagos.
 

segunda-feira, 7 de maio de 2018

sexta-feira, 2 de março de 2018

ENGENHEIRO SILVICULTOR ALBINO DE CARVALHO


"Honra e glória à Árvore, sublime exemplo de inteira dedicação, de dávida plena e infinda generosidade"

Albino de Carvalho

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

ESPÉCIES ARBÓREAS INDÍGENAS EM PORTUGAL CONTINENTAL






ESPÉCIES ARBÓREAS INDÍGENAS EM PORTUGAL CONTINENTAL 
- GUIA DE UTILIZAÇÃO
INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA 
E DAS FLORESTAS, I. P.
2016


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

PINHAL DO REI - CATEDRAL VERDE À BEIRA MAR








PINHAL DO REI - CATEDRAL VERDE À BEIRA MAR
Suplemento (à parte) de 32 páginas, do semanário 
Região de Leiria, 9 de abril de 2015
Tiragem: 25.000 exemplares


terça-feira, 24 de outubro de 2017

FACTOS ATERRADORES SOBRE O PINHAL DE LEIRIA

Jornal digital 'Observador', extractos de artigo de Marta Leite Ferreira, 19 Out. 2017, intitulado: Gabriel Roldão: “O Pinhal de Leiria já está morto há 12 anos”:

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O incêndio que matou o pulmão florestal de Leiria já tinha sido previsto há muito por Gabriel Ramos Roldão, estudioso e investigador da história da Marinha Grande, que acabou de lançar um livro com 748 páginas sobre a história do Pinhal de Leiria. Para ele, por detrás dos motivos que justificam o porquê de este incêndio ter acontecido, “está uma longa história”: “O que correu mal? É que o Ministério da Agricultura e Florestas, através do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), descapitalizou o Pinhal. Todos aqueles trabalhos de jardim que fazemos em nossa casa, de limpar a relva, cuidar das plantas, replantar flores, esses trabalhos básicos de renovação, restauro e replantação deixaram de ser feitos. O Pinhal é o mesmo, tem os mesmos hectares, e sabe quantos trabalhadores tem agora? 18. Antes tinha 700“.
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Este processo garante uma receita de entre três e quatro milhões de euros, que é pouco para o potencial do Pinhal. E mesmo assim, conta Gabriel Roldão, apenas 6% é usado na própria Mata e somente para “pagar a uns quantos engenheiros e mangas de alpaca”. Os outros 3,76 milhões de euros lucrados com o Pinhal serão “usados pelo ICNF para sustentação de outras florestas“.
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É assim há muito tempo, mas especialmente desde 2003. A 2 de agosto desse ano um grande incêndio consumiu 2.560 hectares de Pinhal por causa de um fogo posto por jovens que incendiaram pinhas e as atiraram para as árvores. “O fogo foi para norte e para sul e queimou uma zona grande junto ao mar a sul da Praia Vieira até por baixo do Ponto Novo“, explica Gabriel Roldão. Parte da área de proteção do Pinhal ficou reduzida a cinzas e deixada ao abandono: a vegetação desapareceu. Hoje, a areia que D. Afonso III queria travar nas dunas já cobre todo o solo numa extensão de mais de 500 metros.
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(…) é referido que 80% da zona de mata ardida há 14 anos está ao abandono, à mercê de um novo incêndio. “Isso constitui um desastre económico e ambiental. Não só há perigo de haver aqui um novo incêndio, como todos os anos se perdem milhares de euros deixando tantos hectares parados”, conta Gabriel Roldão ao Observador. E esse não era — nem é — o único problema da Mata Nacional: por cá, “ninguém limpa as matas, ninguém quer saber do património que está deixado ao abandono e em ruínas e ninguém liga às estradas esburacadas, tapadas ou intransitáveis” que serpenteiam o Pinhal. Na lista de problemas formulada pelos especialistas e entregue ao ICNF constam também a falta de trabalho de cultura no pinhal mais jovem, a destruição das dunas causada pelas motas, o facto de as árvores mais novas estarem a ser cortadas para alimentar a indústria, e a falta de conhecimento sobre o ordenamento do território.
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Fonte do textos acima, Jornal digital 'Observador', extractos de artigo de Marta Leite Ferreira, 19 Out. 2017, intitulado: Gabriel Roldão: “O Pinhal de Leiria já está morto há 12 anos”.

domingo, 22 de outubro de 2017

HOLOCAUSTO DO PINHAL DE LEIRIA

Foto de Paulo Cunha 

Foto de Paulo Cunha

Foto de Paulo Cunha


Ao fim de 750 anos de vida o Pinhal de Leiria (Mata do Rei) foi praticamente todo destruído. Ano 2017. 3.ª República - XXI Governo Constitucional de Portugal  


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

UMA EXCELENTE INICIATIVA: VEADOS REGRESSAM À SERRA DA LOUSÃ


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Foi no dia 3 de março de 1995 que começou o programa de reintrodução de veados na serra da Lousã, coordenado pela Unidade de Vida Selvagem (UVS) do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA). "Ao longo de vários anos, foram reintroduzidos 120 animais [provenientes da Zona de Caça Nacional da Contenda e da Tapada de Vila Viçosa] em locais muito específicos. A partir das bolsas iniciais foram-se expandindo, de tal forma que a última contagem - de 2016 - dava cerca de 3000 animais num território imenso de quase cem mil hectares, desde aproximadamente o rio Zêzere a sul, o Mondego a norte, A1 para o litoral até muito próximo da serra da Estrela", recorda Carlos Fonseca, coordenador da UVS.
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Fonte: Jornal Diário de Notícias, on-line, 3 Set. 2017, artigo com o titulo "Após 200 anos de extinção, os veados voltaram à serra da Lousã", da autoria de Joana Capucho