quinta-feira, 1 de setembro de 2016

GUARDAS FLORESTAIS - UM SERVIÇO QUE IMPORTA REACTIVAR





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Os guardas florestais e em especial os velhos Mestres Florestais, eram depositários de sabedoria e de bom senso que hoje em dia seriam tão preciosos; eles não eram meros polícias para serem pura e simplesmente incorporados na GNR – eram agentes da defesa e da protecção das matas, vigiavam o estado de limpeza, obrigavam os proprietários a procederem a limpezas, e por isso não deveriam receber ordens de qualquer tenente ou sargento da GNR, sem desprimor para estes, é claro, mas precisavam de ser enquadrados pelos engenheiros florestais que com eles formavam uma cadeia de conhecimentos e de atitudes de intervenção no território.
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Fonte do artigo:
Jornal Público versão impressa, 11/Agosto/2016
Artigo intitulado: 'Com o país arder, onde estão os serviços florestais? Ah, é verdade, foram extintos!'
de Fernando Santos Pessoa



quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Incêndios em zonas/ monoculturas de espécies infestantes ou exóticas


Floresta Laurissilva

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Não é “a floresta” que está a arder. “A floresta”, na Madeira, é a laurissilva, húmida, subtropical, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade. Essa concentra-se na costa Norte, dos 300 aos 1300 metros de altitude, e é resiliente. Na costa sul, onde lavram incêndios há vários dias, é rara e só ocorre entre os 700 e os 1600 metros. Entre os 400 e os 800 metros há espécies infestantes ou exóticas, isto é, acácias, eucaliptos, pinheiros bravos, canavieiras, silvas e outros matos, que crescem de forma espontânea e que ardem com uma grande facilidade. 
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Fonte do artigo:
Jornal Público versão impressa, 11/Agosto/2016
Artigo intitulado: 'Não é floresta laurissilva mas espécies infestantes que têm estado a arder'
de Ana Cristina Pereira

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

SONS DA FLORESTA | ESTÓNIA







Fonte das imagens: Tõnu Tunnel

As florestas/ bosques saudáveis (não confundir florestas com monoculturas de eucalipto) encontram-se repletas de sons, dos mais diversos, aos quais não costumamos dar a devida atenção, através destas estruturas, que amplificam estes pequenos sons, podemos ouvir com maior detalhe e intensidade uma enorme variabilidade de sons que existem nos bosques.

 Ideia de Birgit Õigus

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PORTO E NORTE - GUIA DE NATUREZA









Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal
Coordenação:
Carlos Ferreira
Equipa Técnica:
Carlos Ferreira
Pedro Padrão
Jaime Paçô
Mecenas/Sponsor:
Fundação EDP
2010